<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145</id><updated>2012-01-18T16:42:32.564-08:00</updated><title type='text'>365</title><subtitle type='html'>Revista de contos, fotografia &amp;amp; ilustração. Dirigida por Fernando Alvim.&lt;p&gt;&lt;b&gt;www.revista365.com&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-8722128726021932501</id><published>2011-07-04T09:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T09:24:09.611-07:00</updated><title type='text'>Miguel Marques</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-x1CqDFGxPcY/ThHnlaN2orI/AAAAAAAAACo/Den6UarayL8/s1600/miguel%2Bmarques.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 271px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-x1CqDFGxPcY/ThHnlaN2orI/AAAAAAAAACo/Den6UarayL8/s400/miguel%2Bmarques.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625532039441064626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CAIR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Miguel Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia destes encontro-te e estás mais velha. Um dia destes cruzo-me contigo na rua, numa esquina, no café, e estás feliz, mais feliz, insuportavelmente feliz, e não consigo evitar desviar o meu olhar do teu. Um dia destes vejo alguém que me pareces tu e afinal és mesmo tu e faço de conta que não te vi e me pareceste outra pessoa. Um dia destes dou de caras contigo e a tua cara é a mesma de há anos, só que sem ter havido eu e sem ter havido anos. Um dia destes esbarro connosco no passeio e mal nos reconheço à primeira, de tão apressados que vamos de encontro aos nossos encontros. Um dia destes dou-te um encontrão sem querer e descubro que um encontrão é apenas um encontro vítima do sufixo aumentativo. Um dia destes distingo um vulto cheio de brancas no cabelo e rugas por trás dos óculos, apesar de conservar o teu anel preto de cabelo e o preto das íris sem aros dos teus olhos. Um dia destes arrependo-me de não ter dito nada nas alturas em que não havia nada a dizer. Um dia destes não dizemos nada um ao outro, uma vez que nada temos em comum a não ser o facto de sermos mudos e graúdos. Um dia destes não nos falamos e continuamos sem nos falarmos apesar de dizermos tudo aquilo que nos vem e nos acode e nos sacode a cabeça. Um dia destes, vai-se a ver e nem tantos, paro de contar os dias desde o dia em que te vi e vemo-nos ambos sem jeito, porque doutro jeito não faz sentido vermo-nos pelos intervalos da chuva. Um dia destes pode ser que chova e vá a correr atrás de ti, que aproveite e peça boleia à tua sombrinha desengonçada. Um dia destes chocamos os dois no trânsito e noto que os teus olhos tomaram forma de semáforo e há um amarelo intermitente que não me enxerga como dantes. Um dia destes ignoro o vermelho e faço-me de despistado só para sentir o impacto de me deixar atropelar por ti. Um dia destes enterro a cabeça nos pés e confundo-me com as pedritas de gravilha que me hão-de auxiliar a atravessar a zebra até ao outro lado da estrada. Um dia destes somos perfeitos desconhecidos sem passado nenhum, dois peões de passagem numa passagem para peões, com os telemóveis encostados ao ouvido e ao embaraço. Um dia destes passo por ti e és uma perfeita desconhecida e eu um imperfeito conhecido, à cata nos bolsos de um buraco onde me esconder. Um dia destes vamos um contra o outro e pedimos desculpas enquanto apanhamos o que caiu ao chão, desapercebidos de que o que caiu não saiu de dentro dos nossos bolsos. Um dia destes gritamos veja se tem cuidado, sua besta, parece que vai com os cornos na lua, e nem nos damos conta de que já gritámos coisas piores e que a lua, afinal, pouco tem a ver com dores de corno. Um dia destes tens tudo aquilo com que sonhaste. Casa, família, filhos, carreira, um homem à séria, uma turma de crianças enfileiradas à tua ordem, e eu continuo um pirralho borrado de medo a fugir do alcance da vista de quem quer divisar de perto. Um dia destes capto-te de longe, por detrás da vergonha, e tento gravar o teu sorriso, a maneira como ris com olhos em vez de boca, registar para memória futura a facilidade com que desapareces, com que somes de cena, com que viras costas ao mundo. Um dia destes ainda me distraio e escrevo que o amor são umas costas voltadas a irem-se embora e a afastarem-se de mim para sempre. Um dia destes viro-me costas, sumo de cena e desapareço como nos filmes, ciente de que é virado de frente que desapareço contigo para o outro lado da página. Um dia destes ganho a certeza de que sou um transeunte igual aos outros, anódino e anónimo, enquanto te observo a uma distância segura, no fundo inseguro das minhas certezas. Um dia destes miro-te de viés sem to dar a entender e vejo que és mesmo tu sem o seres, e penso que houve um dia em que foste mais tu do que o és nesse momento, apesar de teres sido sempre tu e tu em mim seres uma espécie de eu sem ninguém. Um dia destes passamos resvés um ao outro e não nos tocamos nem permitimos que o facto de não nos tocarmos nos toque sobremaneira. Um dia destes, talvez nunca, digo-te do meu silêncio e do desajuste das palavras. Um dia destes, se calhar, ainda nos vemos de noite, uma noite destas, numa ruazinha escura e demasiado estreita para que possamos desviar-nos a tempo. Um dia destes, é natural, se alguém me vier perguntar, minto como se não fosse nada comigo e respondo que nunca mais te vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto faz parte do número 33 da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;Revista 365&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, e a fotografia que o acompanha é de &lt;a href="http://micaelphotography.blogspot.com/"&gt;Micael Póvoa&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Miguel Marques&lt;/span&gt; nasceu em 1978 e trabalha em projectos de intervenção comunitária nas áreas da saúde mental e reabilitação psicossocial. Foi colaborador do suplemento literário DN Jovem e tem textos publicados nas colectâneas «Jovens Escritores», de 2005 e 2006, e «365 - Os Primeiros Anos». Em 2008 participou na XIII Bienal de Jovens Criadores da Europa e do Mediterrâneo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-8722128726021932501?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/8722128726021932501/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=8722128726021932501' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8722128726021932501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8722128726021932501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2011/07/miguel-marques.html' title='Miguel Marques'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-x1CqDFGxPcY/ThHnlaN2orI/AAAAAAAAACo/Den6UarayL8/s72-c/miguel%2Bmarques.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-2601005344769876405</id><published>2011-06-28T02:45:00.000-07:00</published><updated>2011-06-28T02:55:47.107-07:00</updated><title type='text'>Fernando Ribeiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Mmc2mnvLcsc/TgmkPBdTHcI/AAAAAAAAACY/FY67jpFrAyA/s1600/fernando%2Bribeiro.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Mmc2mnvLcsc/TgmkPBdTHcI/AAAAAAAAACY/FY67jpFrAyA/s400/fernando%2Bribeiro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623206187745091010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/--O4ZR7bxQGI/Tgmi0P9LEbI/AAAAAAAAACI/TGdm-8mHA34/s1600/fernando%2Bribeiro.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LÚCIFER E LILITH&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Fernando Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Viram-se pela primeira vez de dia, na manhã da praia. Por entre as famílias felizes, redondas das merendas. À vista das crianças que pingavam sal na água da pele. À sombra das rochas de argila entranhada, despenhando-se, cinzenta, nas areias sedentas.&lt;br /&gt;Olharam-se encandeados do zénite do Sol. As famílias dormiam, ruminantes. As crianças desapareciam no mar entre gritos e surdinas. As rochas mutilavam-se de ervas secas, cardos e insectos chocando na confusão das vidas intensas.&lt;br /&gt;À tarde não foram vistos por ninguém.&lt;br /&gt;De noite, o mar chegou-se à areia para acasalarem. Aninhada pelo vulto das rochas silenciosas, Lilith em quatro patas, no chão, oferecendo o seu dorso esguio e vibrante ao rapaz, que se suicidava dos céus com movimentos de rapina. A sua lança de carne penetrava o sorriso húmido, ao fundo das costas tatuadas de cicatrizes da rapariga. Vezes e vezes sem fim, com crueldade e com eternidade.&lt;br /&gt;Subiram à tenda, de mão dada, destruídos do amor. Caminharam pelo trilho de segredos da terra, pisando o céu duro das outras vidas e dramas que se desenrolavam nos magmas profundos e quentes. Chegaram à tenda, pelo portão dos infernos, sempre aberto para a sua passagem. Embalados no espaço apertado, adormeceram ouvindo o rugido do mar seduzindo a terra, arrastando-a para dentro do seu corpo de profundidades. Fechando-a no prazer uterino das suas grossas correntes de verde.&lt;br /&gt;Dormiram como anjos caídos.&lt;br /&gt;Não deram pelo Sol que queimou, nessa manhã, toda a Terra.&lt;br /&gt;Pela chuva ácida que se lhe seguiu, desmascarando o horror de veias, ossos e pústulas. Pelo vento que tombou edifícios, brincando com eles no seu buxo.&lt;br /&gt;Pelo fogo que ardeu na escuridão dos céus, guiando os últimos dos seres até ao abismo que ria, bocarra aberta, garganta seca, grito de dor.&lt;br /&gt;Levantaram-se para comer algo. Deram as mãos e seguiram alheios aos corpos paralisados em pó negro. Pessoas que saíam das tendas. Pessoas sentadas à mesa para o pequeno-almoço. Crianças a brincarem, silenciosas, nas mantas estendidas. Árvores calcinadas, a desfazerem-se em papelinhos pretos. Na esplanada com vista para o esqueleto do mar recuado no horizonte, mais pessoas em pele derretida como cera, pegando nos copos de sumo natural de laranja, nas chávenas de cafés cheios, mastigando vazios, olhos brancos nas órbitas olhando os dedos agarrados às bordas dos livros. Mão na mão. Boca na boca. Esgares e espantos de que como afinal tudo foi tão rápido.&lt;br /&gt;Desceram à praia em jejum. No meio das famílias caladas no cedo da manhã. Das carnes derramadas pelas areias pretas de sangue. Contornando as crianças brancas de ossos à mostra por entre as peles descosidas. Beijaram-se uma primeira vez, com as línguas tocando uma na outra. Untaram-se das argilas derretidas e Lilith deitou-se de costas na areia, afastando os sangues para descobrir o ouro das cores primevas do solo.&lt;br /&gt;Lúcifer desceu sobre ela, com carinhos únicos. Durante dias fizeram amor. Não pararam para descansar. Não pararam para pensar. Para observar as ruínas da Terra, o esqueleto seco do mar, a vegetação moribunda que descia as rochas, fugindo. Saciavam a sua sede na saliva do outro. A sua fome na carne do outro. Todos eles só um.&lt;br /&gt;E ao sétimo mês nasceu Caim num corpo de lobo e sua irmã gémea Maria no corpo de uma serpente, fundando para todo o sempre a maldição de um mundo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto faz parte do número 33 da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;Revista 365&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, e foi ilustrado por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.gozblau.com/index2.html"&gt;Alex Gozblau&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Fernando Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; é vocalista e letrista e alma da banda &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Moonspell&lt;/span&gt; e autor dos livros «As Feridas Essenciais» (Quasi, 2004), «Como Escavar um Abismo» (Quasi, 2005) , «Diálogo de Vultos» (Quasi, 2007) e «Senhora Vingança» (Gailivro, 2011).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-2601005344769876405?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/2601005344769876405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=2601005344769876405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2601005344769876405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2601005344769876405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2011/06/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4.html' title='Fernando Ribeiro'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Mmc2mnvLcsc/TgmkPBdTHcI/AAAAAAAAACY/FY67jpFrAyA/s72-c/fernando%2Bribeiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-5492861915959597752</id><published>2011-06-22T04:56:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T05:02:00.528-07:00</updated><title type='text'>Fernando Alvim</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-EEPXkn-kXfU/TgHYvHgpa5I/AAAAAAAAACA/jj0_7_bARO0/s1600/fernando%2Balvim.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 278px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-EEPXkn-kXfU/TgHYvHgpa5I/AAAAAAAAACA/jj0_7_bARO0/s400/fernando%2Balvim.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5621012113916521362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PARA O MEU AMOR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Fernando Alvim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor, escrevo-te como te havia prometido para dizer no fundo o que já sabes: que gosto de ti. E não é de agora. Eu gosto de ti desde os tempos do antigamente em que as mulheres usavam sombrinhas na rua, para que o sol não as incomodasse. Eu gosto de ti desde aí meu amor, e sei bem que nunca o terás notado, porque quando te aproximas todo eu estremeço, como quando o vizinho de cima fecha a porta de casa com muita força e todo o prédio ouve. Meu amor, tu não precisas de qualquer porta para te fazeres notar, porque a tua simples passagem, a tua presença, é superior a mil portas a fecharem-se com estrondo.&lt;br /&gt;Meu amor, eu queria ter-te sempre ao pé de mim e ensinar-te palavras em português que eu sei que terás sempre dificuldade em dizer. Por exemplo: amo-te. As pessoas têm muita dificuldade em dizer isto em Portugal mas eu vou-te ensinar a dizê-lo na perfeição. De tal modo, que quero que olhes para mim e o digas todos os dias. Até ser perfeito. Até saber tão bem como sabem os bons-dias quando ditos com vontade. A grande maioria das pessoas quando diz os bons-dias não o deseja de verdade. Deseja-se um bom dia como poderia perguntar-se se tem rebuçados para a tosse. E com o amo-te por vezes também é assim. As pessoas acham giro porque ouvem nas telenovelas a dizerem-no com tal destreza, que pensam que na vida real também é assim, que quando o dizemos também se ouve uma música de fundo que sobe à medida que nos beijamos.&lt;br /&gt;E agora que penso nisto, pergunto: Como se dirá amo-te em finlandês? Como se dirá amo-te na Finlândia? Porque é que só aí existem saunas mistas? Gostava tanto que me ensinasses coisas sobre a Finlândia que até podíamos fazer uma espécie de acordo. Eu ensino-te a dizer amo-te em português e tu em finlandês. E, em nossa casa, eu só falo em finlandês com os miúdos e tu em português. E é nesta universalidade que celebraremos o nosso amor, hoje Helsínquia, amanhã Lisboa, aqui Cavaco Silva, ali Tarja Halonen, na Finlândia os Him, aqui os Delfins, em Suomi 5 milhões, em Portugal 10.&lt;br /&gt;Mas não seremos mais dois, meu amor. Seremos 5, seremos 10 milhões, seremos Portugal e Finlândia, o mundo inteiro se quiseres, desde que saibamos dizer amo-te na minha, na tua língua, em todas as línguas, como se de cada vez que o fizéssemos, fosse tal a intensidade, que o mundo inteiro nos celebrasse. E o mundo, é esse que vês daí meu amor. Está inteirinho, à nossa espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto faz parte do número 33 da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;Revista 365&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, e foi ilustrado por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.gozblau.com/index2.html"&gt;Alex Gozblau&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.fernandoalvim.com/"&gt;Fernando Alvim&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; é autor de «50 Anos de Carreira» (A Esfera dos Livros, 2008), «Não atires Pedras a Estranhos Porque Pode Ser o Teu Pai» (Cego, Surdo &amp;amp; Mudo, 2010) e «No Dia em que Fugimos Tu Não Estavas em Casa» (Quasi, 2003; Cego Surdo &amp;amp; Mudo 2011).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-5492861915959597752?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/5492861915959597752/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=5492861915959597752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5492861915959597752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5492861915959597752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2011/06/fernando-alvim.html' title='Fernando Alvim'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-EEPXkn-kXfU/TgHYvHgpa5I/AAAAAAAAACA/jj0_7_bARO0/s72-c/fernando%2Balvim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-1374483327081916349</id><published>2011-06-20T09:17:00.000-07:00</published><updated>2011-06-20T09:35:19.026-07:00</updated><title type='text'>Andreia Moreira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-KIxrN2nTIes/Tf9yxwgCuCI/AAAAAAAAABw/Ji1ysPniukU/s1600/Andreia%2BMoreira.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-KIxrN2nTIes/Tf9yxwgCuCI/AAAAAAAAABw/Ji1ysPniukU/s400/Andreia%2BMoreira.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5620337059140122658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O TRAPEZISTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Andreia Moreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Aquele animal monstruoso e maléfico cheio de coisas impossíveis dentro de si estava às portas da cidade, como que esperando-me. Tive medo, porque sabia que me queria pelo tanto que o queria eu a ele. Não podia evitar. Os meus passos atraiçoaram a minha razão e levaram-me até à entrada de tudo. Não percebia nada do que me acontecia. Nada. Todo o fedor e estruturas em ferro, portas e cortinas. Fechadas. Vozes do silêncio sufocando-me até não poder respirar, como um arame farpado cravando toda a sua vontade naquela curiosidade irreprimível que eu sentia. Curiosidade. Amor a um perigo que eu pressentia no tango que me saía junto com o suor que corria pelas minhas costas abaixo.&lt;br /&gt;          Uma voz cavernosa quebrou aquele silêncio de vidro e acabou de apertar o arame farpado que tinha agora ao redor das minhas mãos. Impotentes. Caídas ao lado das pernas.&lt;br /&gt;          – Se saíste da segura luz do dia para chegar até aqui, é porque tens valor. Então não se explica tanto medo. Se sentes que és daqui, sabes que és daqui. És um de nós. Está atrás daquela porta a tua vida. Vai. És muito jovem. Tens muito que trabalhar, expulsar, pecar para chegar a ser como eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Ele foi um trapezista excepcional, diabolicamente maravilhoso. A maravilha invadia-o. Era sua filha como é o sonho filho da morte. Entende? As pessoas cobriam-se num suspiro profundo, imenso, sufocado, retido nas milésimas de segundo intermináveis com que atravessava o arame por cima das suas cabeças. Em que dançava naquele fio e nos espaços que cabiam entre ele e o impalpável. Imaginavam que eram ele. Ele tinha esse poder. E, no entanto, ninguém diria que era assim poderoso se o visse fora da carpa em qualquer momento do dia. Com os raios do sol se apagavam os seus, ou os escondia do afã da quotidianidade em apodrecer o riso do mal. Sim, sim. Não me equivoco. O riso do mal é a voz dos artistas. Dos sublimes. Dos imperecíveis. Como o bolor num pedaço de pão! A benfazeja quotidianidade não é raiz de nada. Não tem a febre da coragem. Da coragem de enfrentar a morte, procurando-a em cada espectáculo. Como ele fazia. Como fazem todos os grandes, poetas e loucos. Procuram a morte, acossam-na até que ela não possa mais, não se lhes resista mais e caia perante eles. É isso que procuram. Ou não sabe ler o que nos momentos em que se permitem um sorriso lhes aparece entre as rugas mais sinceras que lhes guardam a alma? Estou em crer que, mesmo quando era um zé-ninguém fantasmeando pelas ruas, se lho podia ver no levantar e pousar dos calcanhares no meio do mijo dos cães que farejam o lixo das cidades e dos campos onde ia procurar a lua. Mas quando subia às alturas, transformava-se. Era a magia no seu estado puro. Não tinha nem queria asas para voar. No dia em que se despenhasse penhasco abaixo seria para vencer. Seria chegado o dia da sua morte, da sua grande vitória, ansiada ao longo de tantos anos de trabalho. Morreu-nos. Comemorávamos o dia em que tinha chegado ao circo pela primeira vez. Em que era ainda e tão só um fedelho à procura do medo para lhe fazer frente. Conheceu o seu mestre nesse dia. Superou-o ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto faz parte do número 33 da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;Revista 365&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Andreia Moreira&lt;/span&gt; vive em Barcelona, onde está a terminar um mestrado em Educação Interdisciplinar das Artes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilustração deste conto é de &lt;span style="color: rgb(204, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Anna Erre&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-1374483327081916349?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/1374483327081916349/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=1374483327081916349' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/1374483327081916349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/1374483327081916349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2011/06/andreia-moreira.html' title='Andreia Moreira'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KIxrN2nTIes/Tf9yxwgCuCI/AAAAAAAAABw/Ji1ysPniukU/s72-c/Andreia%2BMoreira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4906190045071983539</id><published>2010-12-21T05:33:00.000-08:00</published><updated>2010-12-21T05:35:09.754-08:00</updated><title type='text'>Lançamento do número 32 da Revista 365: hoje, no Bar Bicaense</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lIknmNIzqA4/TQ-2WtbaGdI/AAAAAAAAIVU/augCs6jB4E8/s1600/365_-_convite_32_blog.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 474px; height: 800px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lIknmNIzqA4/TQ-2WtbaGdI/AAAAAAAAIVU/augCs6jB4E8/s1600/365_-_convite_32_blog.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;21 de Dezembro&lt;/span&gt;, é o dia do lançamento do novo número da &lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;Revista 365&lt;/a&gt;. É um número redondinho (o #32), com uma capa claramente enquadrada na época natalícia e festiva em que nos encontramos. Esta 365 que foi feita com tanto de amor como de dedicação encerra textos e contos de Fernando Pessoa, Miguel Esteves Cardoso, Gonçalo Cadilhe, Fernando Miguel Santos, fotografias de Zuhal Koçan, Philip Flesh e Sara W. entre outros cúmplices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande festa de lançamento será pois no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bar Bicaense&lt;/span&gt; juntando-se assim, aos ShortCutz Lisboa que decorre todas as terças-feiras pelas 22h no já referido e incontornável bar do Bairro da Bica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe o ShortCutz é um movimento internacional de curtas-metragens. Em cada sessão participam duas curtas a concurso e uma curta convidada. Semanalmente conta também com a presença dos mais diversos e distintos convidados ligados ao cinema e às artes visuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontem na agenda que têm só para acontecimentos de gabarito e venham daí ver boas curtas-metragens, beber um ou outro digestivo, conviver, folhear (e claro está, levar para casa) a nova Revista 365.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4906190045071983539?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4906190045071983539/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4906190045071983539' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4906190045071983539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4906190045071983539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2010/12/lancamento-do-numero-32-da-revista-365.html' title='Lançamento do número 32 da Revista 365: hoje, no Bar Bicaense'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lIknmNIzqA4/TQ-2WtbaGdI/AAAAAAAAIVU/augCs6jB4E8/s72-c/365_-_convite_32_blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-8806155082142211299</id><published>2010-01-21T11:28:00.000-08:00</published><updated>2010-01-21T11:38:19.355-08:00</updated><title type='text'>Pedro Miguel</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S1irGi5AAKI/AAAAAAAAABU/7HChuDz09yA/s1600-h/pedro+miguel.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S1irGi5AAKI/AAAAAAAAABU/7HChuDz09yA/s400/pedro+miguel.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429277479728578722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;WELCOME MY SON TO THE MACHINE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Pedro Miguel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As visitas entraram pela casa adentro sem se fazerem anunciar. Era uma vivenda respeitável, burguesa, enorme, com um hall de entrada do tamanho de um T3 como aqueles que há no bairro Marais cá em Paris. A governanta estava de folga, um direito relativamente virgem naquela mansão, mesmo para a gerente das outras criadas que tinha educado os filhos dos senhores como se fossem os seus, e se calhar, um ou dois, a julgar pelo atrevimento dos seus olhos claros, até eram.&lt;br /&gt;A modernice continuava com o jardineiro também ausente e com licença de paternidade, fruto dos encontros outrora furtivos com a florista mais próxima, entre girassóis, amores-perfeitos, malmequeres e carrinhos de mão, o que lhe custava de quando em vez umas rosas semi-murchas bem na entrada principal do casarão, e a devida reprimenda por parte da já citada governadora ou lá o que era.&lt;br /&gt;Nem de propósito: o motorista tinha levado os carros à inspecção (apesar de ser fim de semana e de ninguém dar por isso) e os caseiros que viviam no anexo, já tinham morrido sem que ninguém desse por nada.&lt;br /&gt;Era Sábado, Dia Internacional do Refugiado, num fim de tarde quente em Junho, na véspera de começar oficialmente o Verão, que é como quem diz – e assim é que está correcto – a poucas horas do solstício de Verão e da entrada do Sol no signo de Caranguejo.&lt;br /&gt;O pai estava na biblioteca de tronco nu, na desbunda, a ler ficção americana, não tinha dado por isso, mas nem tinha sequer almoçado. A mãe, num clássico fora de moda, de rolos na cabeça e de robe, andava pela casa apressadamente, para a tinta do cabelo secar mais depressa devido à aparente corrente de ar provocada por ela.&lt;br /&gt;A filha adolescente estava no quarto com os headphones metidos nas orelhas, a ouvir a banda de garagem do namorado e não deu por nada. Podiam derrubar paredes, matar a família inteira, que não daria por isso… bons headphones de marca alemã que isolavam tudo com o único inconveniente de fazerem suar os ouvidos com a sua esponja mole e confortável.&lt;br /&gt;O pai lembrou-se de ir comer qualquer coisa, a mãe passava por ali a alta velocidade e a filha tinha decidido ir dar um mergulho na piscina.&lt;br /&gt;Encontraram-se todos no hall de entrada.&lt;br /&gt;As visitas já lá estavam.&lt;br /&gt;O embaraço foi grande.&lt;br /&gt;O riso nervoso da madame visitante não ajudou e ainda por cima falava mal por causa de uma trombose ocorrida há uns anos e agora usava um aparelho nos dentes porque se lhe tinha deslocado um maxilar quando caiu na banheira. Ninguém percebeu a historia nem o facto de ela se queixar que aquilo estava muito apertado e lhe causava uma sensação na espinha muito irritante que ela própria não tinha talento para explicar.&lt;br /&gt;O olhar do gentleman visitante para o interior do robe um pouco decotado da dona da casa caiu mal em toda a comitiva e a culpa foi do raio da criancinha de olhos claros que gosta de abrir a porta seja a quem for quando tocam à campainha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto faz parte do número &lt;/span&gt;&lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2009/12/um-grande-31.html"&gt;31&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Revista 365&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Pedro Miguel&lt;/span&gt; nasceu em Viseu, há 33 anos. Vive em Leiria, claro. Escreve no projecto &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.myspace.com/sextacomigo"&gt;É sexta-feira, foge comigo&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; e passa música sob o nome dj Schmeichael. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilustração deste conto é de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Elif Karakoç&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-8806155082142211299?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/8806155082142211299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=8806155082142211299' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8806155082142211299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8806155082142211299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2010/01/pedro-miguel.html' title='Pedro Miguel'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S1irGi5AAKI/AAAAAAAAABU/7HChuDz09yA/s72-c/pedro+miguel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-5065840649696282999</id><published>2010-01-07T11:00:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T11:04:03.407-08:00</updated><title type='text'>Miguel Marques</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0Yvc7Rr9DI/AAAAAAAAABM/w30cHW-8PT8/s1600-h/miguel+marques.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0Yvc7Rr9DI/AAAAAAAAABM/w30cHW-8PT8/s400/miguel+marques.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424074975209059378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O FILHO E A GUITARRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Miguel Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe diz que o tio é maluco da cabeça só porque se mete a fazer caretas quando fica a tomar conta de mim. A mãe também diz que o tio é maluco doutros sítios, que não é só da cabeça, mas quando ele começa a fazer caretas ela cala-se e não diz nada e fica a olhar para ele como quando olha para mim se calho portar-me mal ou deixo cair alguma coisa no chão. O tio é assim muito alto e gorducho e tem uma cara esquisita, muito vermelha, muito redonda, muito gorducha, e quando se põe a fazer caretas fica igualzinho a um sapo cheio de ar e começa a fazer barulhos com a boca como se estivesse a lavar os dentes antes de ir para a cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;/span&gt;&lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2009/12/um-grande-31.html"&gt;31&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Revista 365&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou pode ser descarregado em pdf a partir do &lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;nosso site&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Miguel Marques&lt;/span&gt; nasceu em Lisboa em 1978. Formado em Psicologia, tem colaborado amiúde na 365, e tem trabalhos publicados na colectânea «Jovens Escritores» (edição 101 Noites).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilustração deste conto é de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Micael Póvoa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-5065840649696282999?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/5065840649696282999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=5065840649696282999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5065840649696282999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5065840649696282999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2010/01/miguel-marques.html' title='Miguel Marques'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0Yvc7Rr9DI/AAAAAAAAABM/w30cHW-8PT8/s72-c/miguel+marques.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-7378025406232304770</id><published>2010-01-05T09:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-05T09:12:40.961-08:00</updated><title type='text'>Camilo Castelo Branco</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0NwpF_6G8I/AAAAAAAAABE/GazEfVY0Pc8/s1600-h/camilo1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0NwpF_6G8I/AAAAAAAAABE/GazEfVY0Pc8/s400/camilo1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423302227571383234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MANIA E HIPOCONDRIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Camilo Castelo Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo maníaco imaginava que tinha morrido, e rogava aos parente e amigos que o enterrassem, porque o seu corpo começava a apodrecer. Três vezes, dentro de um ano, o atacou semelhante mania. Amortalharam-no e fingiram que o levavam ao cemitério; porém, no caminho, estavam uns homens pactuados com os parentes à espera do saimento; e, quando a tumba ia passando, começaram a dizer em voz alta:&lt;br /&gt;– Ora, graças a Deus, que morreu finalmente aquele velhaco, aquele biltre, aquele perversíssimo celerado!&lt;br /&gt;O maníaco, ouvindo os insultos, irou-se grandemente, e respondeu:&lt;br /&gt;– Canalhões! se eu estivesse vivo, castigar-vos-ia a bengaladas, para vos ensinar a não ter má-língua; infelizmente estou morto; e os mortos não se vingam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;/span&gt;&lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2009/12/um-grande-31.html"&gt;31&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Revista 365&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou pode ser descarregado em pdf a partir do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;nosso site&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Camilo Castelo Branco&lt;/span&gt; viveu entre 1825 e 1890. Tem uma obra vastíssima e é um dos mais importantes escritores da língua portuguesa. Já anteriormente havíamos publicado nesta revista o texto «Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe!».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilustração deste conto é de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Alex Gozblau&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-7378025406232304770?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/7378025406232304770/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=7378025406232304770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7378025406232304770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7378025406232304770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2010/01/camilo-castelo-branco.html' title='Camilo Castelo Branco'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0NwpF_6G8I/AAAAAAAAABE/GazEfVY0Pc8/s72-c/camilo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4538122762946043568</id><published>2010-01-03T04:58:00.000-08:00</published><updated>2010-01-03T05:17:32.454-08:00</updated><title type='text'>Madalena Silva</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0CY2YCi25I/AAAAAAAAAA8/ISFao5T7h9s/s1600-h/madalena1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0CY2YCi25I/AAAAAAAAAA8/ISFao5T7h9s/s400/madalena1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422502011287559058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A VIÚVA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por Madalena Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Cândida era ainda uma mulher interessante quando enviuvou. Os belos olhos verdes amendoados sempre haviam sido o seu melhor atributo e nem os rios de lágrimas amargas que a partida do falecido desencadeara tinham conseguido manchar a limpidez do verde e o amendoado das formas. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;/span&gt;&lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2009/12/um-grande-31.html"&gt;31&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Revista 365&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Madalena Silva&lt;/span&gt; nasceu em 1956, na Parede, e embora pudesse ter sido uma menina da Linha preferiu desalinhar e foi viver para o deserto a sul do Tejo. Por necessidade, enveredou pela notável carreira de funcionária pública. Por gosto, e para respirar, encenou peças, pinta e escreve coisas. Aos 40 anos licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas; aos 50 foi fazer um mestrado em Edição de Texto; quando fizer 60 espera receber o Pulitzer – dispensa o Nobel. Defende que nem todos os políticos são trafulhas e acredita que ainda é possível mudar o mundo. Até hoje, nunca tinha publicado nada. A partir de hoje pretende nunca mais parar. É autora do blogue &lt;a href="http://agavetadaescrita.blogspot.com/"&gt;A Gaveta da Escrita&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilustração deste conto é de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Katherina Velasquez&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4538122762946043568?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4538122762946043568/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4538122762946043568' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4538122762946043568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4538122762946043568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2010/01/madalena-silva.html' title='Madalena Silva'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Tqj2tp7wnaw/S0CY2YCi25I/AAAAAAAAAA8/ISFao5T7h9s/s72-c/madalena1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4425064086726777056</id><published>2009-12-30T03:19:00.000-08:00</published><updated>2009-12-30T03:23:01.555-08:00</updated><title type='text'>As gralhas, essas meretrizes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como já alguns de vós devem ter reparado, este número &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;31 da Revista 365&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; saiu, para ser simpático, um nadinha gralhado. Para lá dos erros que são apenas chatos e apenas nos ficam mal, há um que nos incomoda deveras porque deturpa a leitura de um dos contos, ainda para mais um dos melhores deste número. Falamos do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Perdidos &amp;amp; Roubados&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hélio Teixeira&lt;/span&gt; (página 34), que deveria terminar na quinta linha da página 37, mas que continua num outro publicado na edição anterior. Fomos à bruxa e ela disse-nos que não há nada de sobrenatural nisto, e que um pouquinho mais de atenção a fazer as coisas é capaz de ajudar. Pedimos, pois, que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não leiam esse conto&lt;/span&gt;, uma vez que o republicaremos no próximo número com a dignidade que ele merece. Aos nossos leitores e muito especialmente ao autor, Hélio Teixeira, pedimos desculpa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4425064086726777056?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4425064086726777056/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4425064086726777056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4425064086726777056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4425064086726777056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/12/as-gralhas-essas-meretrizes.html' title='As gralhas, essas meretrizes'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-5797294441581530268</id><published>2009-12-28T10:12:00.000-08:00</published><updated>2009-12-28T10:16:18.564-08:00</updated><title type='text'>Um grande 31</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src=" http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/365_-_k_31-1.jpg " alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos de volta. É o número 31. Trabalhos de Alex Gozblau, Asli Kolcu, Ana Queiroz, Anabela Bravo, Anastasia Tikhonova, Camilo Castelo Branco, Elif Karakoç, Hélio Teixeira, Katherina Velasquez, Madalena Silva, Micael Póvoa, Miguel Marques, Paulo Moreiras, Pedro Miguel, Philip Flesh e Sónia Morais Santos. Direcção de Fernando Alvim, design de Alex Gozblau, edição de António Gregório e Carina Fonseca. &lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-5797294441581530268?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/5797294441581530268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=5797294441581530268' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5797294441581530268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5797294441581530268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/12/um-grande-31.html' title='Um grande 31'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-1605745931015280717</id><published>2009-08-01T15:25:00.001-07:00</published><updated>2009-08-01T15:27:17.560-07:00</updated><title type='text'>Chegámos aos 30.</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/365capa30.jpg" alt="" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E pronto, para que não vos falte nada este Verão, o número &lt;b&gt;&lt;span style="color:#bf3400;"&gt;30&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;&lt;span style="color:#bf3400;"&gt;Revista 365&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; já saiu para distribuição. Textos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alberto Pimenta&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clara Ferreira Alves&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jorge Palma&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Luiz Pacheco&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mário Cesariny&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mestre Marcello&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rui Manuel Amaral&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rui Reininho&lt;/span&gt; e a republicação de uma entrevista a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Miguel Ángel Valero&lt;/span&gt; (o &lt;i&gt;Piraña&lt;/i&gt; da série &lt;i&gt;Verão Azul&lt;/i&gt;). Trata-se de um segundo volume de &lt;i&gt;best of&lt;/i&gt;, com a mais-valia de uma poema inédito de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Miguel Esteves Cardoso&lt;/span&gt;. A partir do próximo número, retomaremos a publicação de textos novos. A distribuição continuará a ser gratuita.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-1605745931015280717?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/1605745931015280717/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=1605745931015280717' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/1605745931015280717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/1605745931015280717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/08/chegamos-aos-30.html' title='Chegámos aos 30.'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-420612864355409165</id><published>2009-07-19T13:53:00.000-07:00</published><updated>2009-07-19T13:57:51.947-07:00</updated><title type='text'>Querem ter um conto publicado na 365?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Enviem-nos o vosso trabalho, de preferência em documento de &lt;i&gt;word&lt;/i&gt; (e com uma minibiografia vossa no fim). O tema é livre e o número – orientativo – de caracteres é 3000. De todos os recebidos, seleccionaremos os “melhores” (com aspas porque, como diz o ditado, cada cabeça sua sentença, e isto dos melhores é muito subjectivo). Pronto, a gerência agradece. O mail de serviço é:&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;365pontocom[at]gmail.com&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-420612864355409165?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/420612864355409165/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=420612864355409165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/420612864355409165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/420612864355409165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/07/querem-ter-um-conto-publicado-na-365.html' title='Querem ter um conto publicado na 365?'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4178949464964858476</id><published>2009-07-01T07:43:00.001-07:00</published><updated>2009-07-01T07:47:49.342-07:00</updated><title type='text'>o número 29 está aí e é de borla</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/365-k29.jpg" alt="" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É esta a capa do número &lt;span style="color:#bf3400;"&gt;&lt;b&gt;29&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; da &lt;span style="color:#bf3400;"&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. A partir de agora passará a ser de distribuição gratuita. Para assinalarmos a mudança, fizemos um número especial, que é uma espécie de best of. Neste número encontrão, pois, textos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eduardo Pinto&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elmano Madaíl&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fernando Ribeiro&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;João Pereira Coutinho&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Luís Peixoto&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mário Bruno Pastor&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nuno Casimiro&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pedro Sena-Lino&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;valter hugo mãe&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vasco Barreto&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4178949464964858476?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4178949464964858476/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4178949464964858476' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4178949464964858476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4178949464964858476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/07/o-numero-29-esta-ai-e-e-de-borla.html' title='o número 29 está aí e é de borla'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-8609257747545187976</id><published>2009-03-21T10:21:00.000-07:00</published><updated>2009-03-21T10:22:04.390-07:00</updated><title type='text'>Pedro Santo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;JACINTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Pedro Santo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consta que é da praxe, que todos os super-heróis em potência, em determinada altura de suas vidas, são expostos a situações que espoletam a sua faceta de semideus dos oprimidos. Os exemplos factuais comprovam-no: o Homem-Aranha foi mordido por uma aranha numa aula de ciências, ou lá o que foi, o Hulk também se embrulhou com uns tubos de ensaio ou raios gama, e, o próprio Batman, ainda que apartado do contexto laboratorial, alombou com os seus pais a serem vindimados à sua frente ou chatice afim. Tudo isto para dizer que, com Jacinto, o nosso super-herói, não sendo possível registar com exactidão o momento de transformação numa entidade protagonista na eterna luta do bem contra o mal, é possível determinar uma série de momentos que convergiram nesse sentido. Ora bem, Jacinto, quando era garoto, foi demonstrando especial apetência para se cruzar com pessoas que, assim que se lhes informava que o nome de Jacinto era, lá está, Jacinto, retorquiam com um "ah, como um dos reis magos". Das primeiras vezes, Jacinto ainda sorria com o erro e corrigia as pessoas, "não, não, como um dos pastorinhos", mas à medida que uma pessoa cresce, a raiva vai-se tornando no sentimento mais presente e orientador. E com Jacinto foi igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Pedro Santo&lt;/font color=#bf3400&gt; é um gajo que acha que estas mini-biografias são redutoras para com a sua incomensurabilidade. Como precisava de pelo menos mais uma linha, e em protesto, acaba por não adiantar nada sobre si, a não ser que nasceu em Leiria, em 1980.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-8609257747545187976?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/8609257747545187976/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=8609257747545187976' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8609257747545187976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8609257747545187976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/pedro-santo.html' title='Pedro Santo'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-3926595266136478848</id><published>2009-03-20T10:41:00.001-07:00</published><updated>2009-03-20T10:53:45.867-07:00</updated><title type='text'>é sexta-feira foge comigo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;PEDRO MIGUEL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;e o projecto &lt;i&gt;é sexta-feira foge comigo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="227"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3764838&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3764838&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="227"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/3764838"&gt;O farol&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/regiaodeleiria"&gt;Região de Leiria&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Pedro Miguel&lt;/font color=#bf3400&gt; colaborou no número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;font color=#bf3400&gt;Revista 365&lt;/font color=#bf3400&gt;. Mais sobre &lt;i&gt;é sexta-feira foge comigo&lt;/i&gt; &lt;a href=" http://www.myspace.com/sextacomigo"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-3926595266136478848?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/3926595266136478848/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=3926595266136478848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/3926595266136478848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/3926595266136478848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/e-sexta-feira-foge-comigo.html' title='é sexta-feira foge comigo'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-7016660310702789821</id><published>2009-03-19T02:55:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T02:57:00.290-07:00</updated><title type='text'>Alexandre Andrade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;SCENTS OF PROVENCE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Alexandre Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bola embateu na outra bola no ponto certo, mas com o efeito errado, ou no ponto errado com o efeito certo. Rachel não pôde evitar um suspiro de frustração. Cada colisão era acompanhada por um som seco e previsível. Os tacos passaram de uma brusca mão derrotada para outra mão. Rachel não conhecia as regras do jogo, mas emitia opiniões com uma cadência quase feroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Havia meia hora que entrara naquele bar de Antibes, esforçando se por aparentar a calma principesca de quem já conheceu tudo o que na vida existe que valha a pena conhecer. Interessara se pela partida de bilhar, e agora, com a mão esquerda fechada em torno do copo que continha o resto tépido do seu diabolo grenadine, esforçava se por se integrar no grupo de jogadores, mas mantendo as distâncias; ou então, cultivar um módico de distanciamento sem descurar o apetite pela socialização. Tanto uma como a outra estratégia lhe pareciam boas. Um rapaz muito moreno, dono de um fascinante par de olhos verde azeitona, perguntou a Rachel se queria jogar. Não, Rachel não jogava. O seu reflexo no vidro que dava para a rua mostrou um rosto sufocado pela gratidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Alexandre Andrade&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em 1971 em Lisboa, onde reside. É professor na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Tem 2 romances e 2 livros de contos publicados. É autor &lt;a href="http://umblogsobrekleist.blogspot.com/"&gt;deste&lt;/a&gt; blogue.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/andrade.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As Não-Metamorfoses&lt;br /&gt;(Errata, 2004)&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/aquivemosol.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aqui Vem o Sol&lt;br /&gt;(Quasi, 2005)&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-7016660310702789821?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/7016660310702789821/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=7016660310702789821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7016660310702789821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7016660310702789821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/alexandre-andrade.html' title='Alexandre Andrade'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-2283718566881908975</id><published>2009-03-18T02:55:00.000-07:00</published><updated>2009-03-20T10:46:24.492-07:00</updated><title type='text'>Sete</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;RUI MANUEL AMARAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;e o projecto &lt;i&gt;Sete&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ztljbl_EwEI&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ztljbl_EwEI&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Filme de promoção do projecto &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Sete&lt;/font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;. &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Sete&lt;/font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt; é um projecto vídeo de Francisco Costa e Rui Manuel Amaral, com textos deste último e locução de António Paulo Silva, concebido para o evento “Um Café ao Vivo”, a ter lugar no dia 21 de Março de 2009, no espaço Breyner 85, no Porto, pelas 21h00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Rui Manuel Amaral&lt;/font color=#bf3400&gt; é um dos autores publicados no número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-2283718566881908975?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/2283718566881908975/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=2283718566881908975' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2283718566881908975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2283718566881908975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/sete.html' title='Sete'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-472238853712014822</id><published>2009-03-15T06:40:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T06:43:42.118-07:00</updated><title type='text'>Marcelo Moutinho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;ROSA NOTURNA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Marcelo Moutinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teresa tinha um pênis de vinte e dois centímetros, contados na régua. O atributo lhe rendia fama nos arredores da praça Paris, onde trabalhava de terça a domingo, das onze às cinco, quarenta reais por uma gozada, sem beijo na boca. “Beijar, nem por cem. É só para namorado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quarenta (e mais quarenta e mais quarenta e mais quarenta) ajudavam a pagar as despesas do apartamento da rua Cândido Mendes, dividido com duas amigas. Era ali que Teresa dormia, depilava as pernas, o sovaco e o rosto, tonificava os glúteos com os exercícios da revista de ginástica, aplicava em ampolas de hormônio as futuras curvas de mulher. Era ali que, enfim, abrigava-se durante o invisível do dia, nas horas de inexistência, antes de virar purpurina sublime e esparsa numa calçada de Glória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas dimensões apertadas do apartamento, ela se amontoava às próprias coisas, às amigas e aos objetos das amigas, espalhados pelos dois cômodos. A topografia das caixas de papelão, dos móveis atravancados, dos colchões no colchão, da geladeira no meio da sala, dos poucos armários para muitas roupas, era como um raio X invertido da própria Teresa: desordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Marcelo Moutinho&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro, no dia 22 de Junho de 1972. É jornalista e escritor. Tem publicados os volumes «Memória dos barcos» (7Letras, 2001) e «Somos todos iguais nesta noite» (Rocco, 2006). É autor &lt;a href="http://www.marcelomoutinho.com.br/blog/"&gt;deste&lt;/a&gt; blogue.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/memriadosbarcos.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Memória dos Barcos &lt;br /&gt;(7Letras, 2001)&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/somostodosiguais.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Somos Todos Iguais Nesta Noite&lt;br /&gt;(Rocco, 2oo6)&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-472238853712014822?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/472238853712014822/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=472238853712014822' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/472238853712014822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/472238853712014822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/marcelo-moutinho.html' title='Marcelo Moutinho'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-8149727209381871515</id><published>2009-03-14T09:19:00.001-07:00</published><updated>2009-03-14T09:19:52.192-07:00</updated><title type='text'>Elisabete Patrícia Andrade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;O MEU ROSTO TERMINA ONDE O TEU COMEÇA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Elisabete Patrícia Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem 13 anos. Todas as noites se despe em frente do espelho. Executa este ritual sem procurar perceber que necessidade urge. Com a mão procura prazer, busca pontos no corpo que possam ser estimulados numa precipitação urgente para o orgasmo. Gosta de contemplar o rosto a abrir-se numa emoção de prazer enquanto uma luz lhe passa sobre os olhos. Masturba-se devagar, descobrindo o seu corpo milímetro a milímetro. Quando se vem nascem-lhe asas, os dedos lambuzados e felizes entre as pernas. Depois seca as lágrimas e imobiliza-se um instante diante do espelho, observa longamente o duplo rasgado pelo reflexo da lua. Fica fascinada com as transformações rápidas que o corpo sofre, aprecia particularmente a saliência dos seios. O corpo retoma o seu movimento natural, lentamente, e ela treme um pouco à contemplação do reflexo que o espelho devolve. Compreende cada vez menos a asfixia que oprime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Elisabete Patrícia&lt;/font color=#bf3400&gt; estudou letras na Universidade Clássica de Lisboa. Reside presentemente no Reino Unido. Gosta de arte, de filosofia, de coleccionar livros e memórias. Elege o humor negro.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-8149727209381871515?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/8149727209381871515/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=8149727209381871515' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8149727209381871515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8149727209381871515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/elisabete-patricia-andrade.html' title='Elisabete Patrícia Andrade'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4866275512323195357</id><published>2009-03-13T03:07:00.001-07:00</published><updated>2009-03-13T03:07:54.192-07:00</updated><title type='text'>Miguel Marques</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;CONFISSÃO À PAREDE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Miguel Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje está atrasada. Os malvados nunca vêm à tabela. Se calhar perdeu o das nove e teve de esperar pelo das dez menos um quarto. Quando não vem, telefona a avisar. Hoje ainda não ligou, portanto deve vir. Deus queira que não tenha acontecido nada. Já tinham dado nas notícias. Eles dão sempre. Ainda antes de ontem caiu uma catenária e morreram não sei quantas pessoas. O comboio descarrilou e apareceu o chefe da estação a falar. Esse não morreu. Os malvados vêm sempre com atraso. Acho que foi um rápido. A sorte foi que iam poucos passageiros, mas, mesmo assim, ainda morreram uns quantos. Deve ter-se atrasado. Se calhar ligou e não dei por nada. O mais certo é ter-se atrasado. Nunca se esquece. Nove e meia, o mais tardar, telefona. No outro dia trouxe-me um aquecedor eléctrico, daqueles que se ligam à corrente, porque diz que faz mal acender a braseira em casa, mas não me habituo a ele. Como não tenho as brasas, ponho a manta nos joelhos ou aqueço os pés com o saco de água quente. Nesta altura, as noites são tão frias que me enregelam as mãos e a barriga das pernas. Uso meias de lã mas o frio perpassa a roupa. Perpassa tudo, este frio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Miguel Marques&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em Lisboa em 1978, cursou Psicologia derivado a um erro de preenchimento dos impressos e encontra-se, actualmente, empregado a título precário num projecto de intervenção social. Falhou uma brilhante carreira política. Entrementes, foi forcado em Barrancos, seringueiro na Amazónia, bate-chapas em Moscavide, traficante de armas na Rodésia e guia de excursões entre Tânger e Gilbraltar. Tem contos publicados nas antologias Revista 365 – Os Primeiros Anos (CoolBooks, 2004) e em duas colectâneas Jovens Escritores (101 Noites, 2005 e 2006). É autor &lt;a href="http://mm-malmenor.blogspot.com/"&gt;deste&lt;/a&gt; blogue.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4866275512323195357?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4866275512323195357/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4866275512323195357' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4866275512323195357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4866275512323195357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/miguel-marques.html' title='Miguel Marques'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-723762568733601588</id><published>2009-03-11T13:46:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T06:49:19.939-07:00</updated><title type='text'>Luís Graça</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;A MULHER QUE SOFRIA MUITO COM AS RECORDAÇÕES MUSICAIS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Luís Graça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo lhe doía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde “There will never be another you” (Art Pepper, 6 minutos e 9 de sexo oral feito por um ex-namorado que emigrou para a China comunista) até “The flight of the bumble-bee”, de Rimsky-Korsakov, pela voz do violino de Nigel Kennedy (um antigo colega de Faculdade que a sodomizou numa noite de temporal, para depois se ir gabar do feito para o Cais do Sodré, no “British Bar”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua vida era um vendaval de desilusões amorosas, sempre acompanhadas de recordações musicais que funcionavam como guarnições indigestas para um “à la carte” do sofrimento afectivo. Pobre coração ávido de melodia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A virgindade foi-se num fim de tarde esquisito, o céu plúmbeo de indecisões micro-climáticas. Os passarinhos desconfiados dos reformados que lhes atiravam com pão, os cães de dentes arreganhados para as crianças que brincavam à volta do coreto. A banda tocava a trilha sonora de “A golpada”, ela e Joaquim escondidos num recanto fétido, (mal) frequentado por ratazanas mafiosas que dominavam a zona. Não teve tempo para pensar. Joaquim agarrou-lhe os ombros com manápulas férreas de erecção acumulada, atirou-a contra a parede do coreto e a natureza seguiu o seu curso. Não foi violação porque ela estava demasiado entontecida para manifestar de forma expressa a sua desilusão com Joaquim. Em vez de 24 rosas, 20 centímetros. Ao invés de “amor, quero entrar em ti”, lá vai alho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Luís Graça&lt;/font color=#bf3400&gt; é jornalista e escritor. Tem publicado «15 Desatinónimos para Fernando Pessoa», «De Boas Erecções está o Inferno Cheio» e «A Mulher que Fazia Recados às Putas e mais contos perversos», de onde retirámos «A mulher que sofria muito com as recordações musicais», que publicamos neste número. &lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src=" http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/putas6.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A Mulher que Fazia Recados às Putas&lt;br /&gt;e mais contos perversos&lt;br /&gt;(Lewisgrace, 2007)&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-723762568733601588?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/723762568733601588/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=723762568733601588' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/723762568733601588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/723762568733601588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/luis-graca.html' title='Luís Graça'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-617963089373424952</id><published>2009-03-09T10:32:00.001-07:00</published><updated>2009-03-13T03:10:14.957-07:00</updated><title type='text'>Rui Manuel Amaral</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;HISTÓRIA DO DITO CUJO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Rui Manuel Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu quisesse, podia contar muitas histórias sobre o dito cujo. Mas basta esta, a primeira que me vem à cabeça. Um belo dia, após uma bela noite de sono, o dito cujo abriu os olhos, levantou-se da cama, dirigiu-se ainda meio ensonado ao quarto de banho, olhou para o espelho e, oh!, fez uma careta terrível! Caramba, a terrível careta que ele fez! E depois disse: “Xanto Deux, o gue agontexeu à minha gara? Parexo o Gregor Xamxa.” O que significa: “Santo Deus, o que aconteceu à minha cara? Pareço o Gregor Samsa”, mas ele pronunciava mal as palavras, por causa daquilo que acontecera à sua cara durante a noite. E é tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Esta é uma das microficções da série Cinco Histórias Nocuturnas, de Rui Manuel Amaral, que publicámos no número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Rui Manuel Amaral&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu no Porto, em 1973, cidade onde vive. É coordenador literário da revista aguasfurtadas. É autor de «Caravana», editado pela Angelus Novus. É autor &lt;a href="http://last-tapes.blogspot.com/"&gt;deste&lt;/a&gt; blogue.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N8ZabW4SHJ0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/N8ZabW4SHJ0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;«Caravana», de Rui Manuel Amaral, no «Ler+, Ler Melhor»&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m5NWi2YP9Jg&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/m5NWi2YP9Jg&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um trailer, do livro «Caravana»&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-617963089373424952?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/617963089373424952/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=617963089373424952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/617963089373424952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/617963089373424952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/rui-manuel-amaral.html' title='Rui Manuel Amaral'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4809507985949002190</id><published>2009-03-06T11:16:00.000-08:00</published><updated>2009-03-06T11:17:13.568-08:00</updated><title type='text'>Ana Queiroz</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;OS DOIS CARAS DE CAVALO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Ana Queiroz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minhas pernas assemelhavam-se, fustigadas e pesadas, quase em papa, às dos cavalos que corriam à minha frente. Eram os segundos invasores em pouco tempo, admitindo que me falaram de coisas reais e que estive longe de línguas fantasiosas, errantes, etc, etc, daquelas espalhadas pelos cantos escuros da Cidade, onde normalmente parava... Mas esta parte não me interessa assim tanto; ou melhor, tento perceber agora o que me interessa e o que vou pôr de parte (1- não me posso esquecer do nevoeiro)... Vou começar de novo. A tremura que sentia no corpo era parecida com a dos cavalos que chegavam mas só podia justapô-las com razão se os animais fossem mais velhos ou se estivessem tão cansados como eu. Por algum motivo, olhava mais para os cavalos que para as silhuetas que os montavam; e eram muitos, apesar de parecidos, e de um conjunto de massas muito juntas, eram às centenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Ana Queiroz&lt;/font color=#bf3400&gt; tem 21 anos, frequenta o último ano do curso de Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema. Foi seleccionada entre os Jovens Criadores de 2008 na categoria de Literatura e, no futuro, deseja trabalhar nessa área, bem como na de Cinema.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4809507985949002190?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4809507985949002190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4809507985949002190' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4809507985949002190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4809507985949002190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/03/ana-queiroz.html' title='Ana Queiroz'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-2630349358787576846</id><published>2009-02-24T02:14:00.000-08:00</published><updated>2009-03-13T03:11:03.210-07:00</updated><title type='text'>Pedro Miguel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;ANOTHER ONE BITES THE DUST&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Pedro Miguel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J'ai faim! Merde, j'ai faim! Era com esta lembrança de um filme francês, ou pelo menos a sentir uma convicção parecida com a de alguém num cenário amarelo torrado, em mangas de camisa, perigosamente ao pé da salamandra, (o que não acontecia no filme, mas também não importava porque como já foi referido, era mais uma convicção parecida, que outra coisa) com a barba por fazer, com a devida consequência de lhe causar comichão, que Elliot se debatia à uma da manhã numa noite de Inverno (Novembro… pode ser?) de segunda para terça. Deixar o conforto do lar para ir buscar alimento era algo que o incomodava muito, mesmo fazendo o esforço para se sentir pré-histórico e encarar aquilo como uma aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Pedro Miguel&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em Viseu, há 33 anos. Escreve. Certas noites, independentemente da fase da lua, transforma-se no dj Schmeichael e mete música. Tem &lt;a href=" http://www.orelhadoano.blogspot.com/"&gt;este&lt;/a&gt; blogue.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-2630349358787576846?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/2630349358787576846/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=2630349358787576846' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2630349358787576846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2630349358787576846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/02/pedro-miguel.html' title='Pedro Miguel'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-2668268079715685778</id><published>2009-02-19T02:30:00.000-08:00</published><updated>2009-02-19T02:31:28.957-08:00</updated><title type='text'>Daniel Galera</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;TIROTEIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Daniel Galera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tava no bar do Zé comendo uma coxinha de galinha e tomando uma cerveja, nada que eu já não tivesse feito antes. Havia, como de praxe, meia dúzia de pescadores bêbados atirados pelas mesas, uns rindo da cara dos outros, outros jogando dominó, um último cambaleando entre duas mesas de sinuca, coçando o rosto inchado. E meio que do meu lado, a pouco mais de um metro, um outro pescador, maior que todos os outros, mais feio que todos os outros, sacudindo graciosamente um carrinho de bebê dentro do qual havia um bebê. O carrinho era novo, o bebê era branquinho, limpo, sorridente e silencioso. Eu já tinha visto muita coisa estranha no bar do Zé pra me espantar com um carrinho de bebê com um bebê dentro, no meio daquele boteco escuro, velho, ocupado exclusivamente por homens rudes, grotescos, a maioria miseráveis, todos bêbados. Continuei mastigando minha coxinha. Mas a presença do bebê começou, finalmente, a me causar uma certa estranheza, e eu tirei os olhos do balcão para encarar aquele pequeno ser nos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Daniel Galera&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em São Paulo, em 1979. É escritor e tradutor. Tem publicado em Portugal o romance «Mãos de Cavalo» (Caminho, 2008). É também autor de «Até o dia em que o cão morreu» (Livros do Mal, 2003, e Companhia das Letras, 2007 – posteriormente adaptado ao cinema com o nome «Cão sem dono» e realizado por Beto Brant e Renato Ciasca) e «Cordilheira» (Companhia das Letras, 2008), além do volume de contos «Dentes Guardados» (Livros do Mal, 2001), de onde retirámos «Tiroteio» («Dentes Guardados» está disponível em linha, através do &lt;a href=" http://www.ranchocarne.org/"&gt;sítio do autor&lt;/a&gt;).&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/galera-1.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mãos de Cavalo (Caminho, 2008)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/x6bGdyH0poE&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/x6bGdyH0poE&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cordilheira (Companhia das Letras, 2008)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-2668268079715685778?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/2668268079715685778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=2668268079715685778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2668268079715685778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/2668268079715685778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/02/daniel-galera.html' title='Daniel Galera'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-6043104250407225033</id><published>2009-02-17T02:09:00.001-08:00</published><updated>2009-02-17T02:09:54.762-08:00</updated><title type='text'>Mário Bruno Pastor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;O CAMINHO PARA WEIMAR&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Mário Bruno Pastor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos perdido. Ao fundo, roncando aos solavancos, afastava-se o comboio lento. Estava macerado pela exposição solar de quase quatro anos sem restauro. Dentro dos vagões, amontoados uns sobre os outros, ombros caídos, os últimos camaradas sobreviventes que tinham conseguido embarcar em Sedan fitavam o cais de embarque. Ninguém nos acenava, não havia sorrisos e Eric, a meu lado, ressentido pelo atraso e pela indiferença dos que partiam, dizia-se transparente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era inútil esperar por um novo transporte. Aquele tinha sido o último comboio a partir para leste, daqui em diante as fronteiras seriam reentregues às autoridades francesas, e estas iriam fechá-las para sempre. O melhor seria caminhar. Mesmo tendo que percorrer os quase 500 quilómetros que nos separavam de Weimar, ainda havia tempo para chegar a casa antes do Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href=" http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html"&gt;28&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Mário Bruno Pastor&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu no Porto em 1976. Padece de bissextismo e custa-lhe a aceitar que existam calendários para os anos vindouros. A par disso tem publicado poesia em edições literárias colectivas.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-6043104250407225033?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/6043104250407225033/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=6043104250407225033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/6043104250407225033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/6043104250407225033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/02/mario-bruno-pastor.html' title='Mário Bruno Pastor'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-6108022445442091099</id><published>2009-02-13T09:19:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T09:20:26.198-08:00</updated><title type='text'>Finalmente, o número 28</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/revista365capa28small.jpg" alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Textos de &lt;a href="http://umblogsobrekleist.blogspot.com/"&gt;Alexandre Andrade&lt;/a&gt;, Ana Queiroz, &lt;a href="http://www.ranchocarne.org/"&gt;Daniel Galera&lt;/a&gt;, Elizabete Patrícia Andrade, Izet Sarajilic, &lt;a href="http://gandaordinarice.blogspot.com/"&gt;Luís Graça&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.marcelomoutinho.com.br/blog/"&gt;Marcelo Moutinho&lt;/a&gt;, Mário Bruno Pastor, &lt;a href="http://mm-malmenor.blogspot.com/"&gt;Miguel Marques&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.orelhadoano.blogspot.com/"&gt;Pedro Miguel&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://vimeo.com/cena"&gt;Pedro Santo&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://last-tapes.blogspot.com/"&gt;Rui Manuel Amaral&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Postos de venda, na coluna da direita, bem como a informação para quem queira participar no próximo número.&lt;/i&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-6108022445442091099?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/6108022445442091099/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=6108022445442091099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/6108022445442091099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/6108022445442091099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2009/02/finalmente-o-numero-28.html' title='Finalmente, o número 28'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-552893297686876046</id><published>2008-10-18T09:41:00.001-07:00</published><updated>2008-10-18T09:41:56.650-07:00</updated><title type='text'>O número 27</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/365small.jpg" alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E pronto. O parto correu bem, obrigado – e a nova &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;365&lt;/font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt; já cá está fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Textos de&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://amartinho.home.sapo.pt/"&gt;António Martinho&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://claudiaonline.pt.vu/"&gt;Cláudia Matos Silva&lt;/a&gt;, Elisabete Patrícia Andrade, José Eduardo Agualusa, &lt;a href="http://www.myspace.com/joseluispeixoto"&gt;José Luís Peixoto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=d2gczCayIYc"&gt;Luís Graça&lt;/a&gt;, Luísa Cardita, Mário Bruno Pastor, Mia Couto, &lt;a href="http://mm-malmenor.blogspot.com/"&gt;Miguel Marques&lt;/a&gt;, Pedro Martins, &lt;a href="http://olhequenao.blogs.sapo.pt/"&gt;Pedro Santo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://last-tapes.blogspot.com/"&gt;Rui Manuel Amaral&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://valacomum.blog.com/"&gt;Rui Lage&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://casadeosso.blogspot.com/"&gt;valter hugo mãe&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ilustrações e fotografias de&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://toyib.deviantart.com/gallery/"&gt;Agan Harahap&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://mondoweird.livejournal.com/"&gt;Alex Gozblau&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.angelaberlinde.com/"&gt;Ângela Berlinde&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/super-blog-limao/"&gt;Catarina Limão&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://doctorjazz.livejournal.com/"&gt;Gonçalo Franco&lt;/a&gt;, Leonor Inverno, &lt;a href="http://micaelp.deviantart.com/"&gt;Micael Póvoa&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://donarita.deviantart.com/"&gt;Rita Lino&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;design&lt;/b&gt; é do &lt;a href="http://mondoweird.livejournal.com/"&gt;Alex Gozblau&lt;/a&gt;.&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-552893297686876046?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/552893297686876046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=552893297686876046' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/552893297686876046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/552893297686876046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/10/o-nmero-27_18.html' title='O número 27'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4762613340829640285</id><published>2008-10-13T03:38:00.001-07:00</published><updated>2008-10-13T03:40:39.887-07:00</updated><title type='text'>O Número 27</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/pava.jpg" alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pronto, o &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Número 27&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt; está em fase de impressão e, no &lt;b&gt;dia 17&lt;/b&gt;, estará nas bancas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4762613340829640285?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4762613340829640285/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4762613340829640285' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4762613340829640285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4762613340829640285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/10/o-nmero-27.html' title='O Número 27'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-350828055576861450</id><published>2008-08-24T14:41:00.001-07:00</published><updated>2008-08-24T14:42:41.208-07:00</updated><title type='text'>John Almeida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;O VERÃO ACABOU&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por John Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei o Verão numa espécie de luto. Agradavelmente afogado nas minhas mágoas, num prazer privado de sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha imaginação, liderava um cortejo fúnebre infinito, desfilando pelas avenidas e praias repletas de gente que sorria e que vivia uma vida melhor do que a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta disposição miserável, arrastei-me pelo Verão como se nada nele fosse verdadeiro: nem o sol, nem o calor, nem a cidade. Consegui que o meu pequeno mundo se tornasse num universo, expansível e denso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias me sentava no mesmo bar, na praia; uma monstruosidade de vidro e metal, que cheirava a protector solar e a café queimado. Todos os que me rodeavam pareciam estar noutro plano de existência, envoltos numa névoa, como se fossem ilusões de óptica. Gente morena, seminua, conversadora, e profundamente irritante. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html"&gt;26&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;John Almeida&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em Londres em 1973. É formado em argumentismo pela Vancouver Film School. É escritor, argumentista e músico na banda LittleFriend.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-350828055576861450?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/350828055576861450/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=350828055576861450' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/350828055576861450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/350828055576861450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/08/john-almeida.html' title='John Almeida'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-8563402685361657606</id><published>2008-07-07T11:36:00.001-07:00</published><updated>2008-07-07T11:39:10.226-07:00</updated><title type='text'>Rui Lage</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;ESPANTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Rui Lage&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pardais dispararam das heras&lt;br /&gt;a coberto da noite&lt;br /&gt;que tacteava na lenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro o rufar das pequenas asas,&lt;br /&gt;um estertor, uma arritmia, depois&lt;br /&gt;as salvas secas&lt;br /&gt;enquanto rodei sobre mim&lt;br /&gt;o tempo de pressentir a sombra&lt;br /&gt;que partiu com eles em busca de longe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(de bosque em bosque&lt;br /&gt;de fonte em fonte&lt;br /&gt;e de prado em prado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Poema publicado no número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html"&gt;26&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; com uma ilustração de &lt;/i&gt;&lt;b&gt;Nuno Maçarico&lt;/b&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Rui Lage&lt;/font color=#bf3400&gt; é tradutor e poeta. Nasceu no Porto, em 1975. O poema que publicamos nesta edição, «Espanto», foi extraído do volume «Berçário», editado pelas &lt;a href="http://www.quasi.com.pt/"&gt;Quasi&lt;/a&gt; em 2004. A sua mais recente colectânea de poemas chama-se «Revólver» e foi editado também pelas &lt;a href="http://www.quasi.com.pt/"&gt;Quasi&lt;/a&gt;, em 2006.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/becario.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Berçário, 2004&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/revolver.jpg" alt=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Revólver, 2006&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-8563402685361657606?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/8563402685361657606/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=8563402685361657606' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8563402685361657606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8563402685361657606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/07/rui-lage.html' title='Rui Lage'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-5450213800782536143</id><published>2008-06-06T08:25:00.000-07:00</published><updated>2008-06-06T08:30:37.651-07:00</updated><title type='text'>Fernando Ribeiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;LÚCIFER E LILITH&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Fernando Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viram-se pela primeira vez de dia, na manhã da praia. Por entre as famílias felizes, redondas das merendas. À vista das crianças que pingavam sal na água da pele. À sombra das rochas de argila entranhada, despenhando-se, cinzenta, nas areias sedentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olharam-se encandeados do zénite do Sol. As famílias dormiam, ruminantes. As crianças desapareciam no mar entre gritos e surdinas. As rochas mutilavam-se de ervas secas, cardos e insectos chocando na confusão das vidas intensas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À tarde não foram vistos por ninguém. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html"&gt;26&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Fernando Ribeiro&lt;/font color=#bf3400&gt; é vocalista, letrista e alma da banda Moonspell, tendo publicado vários livros de poesia, o último dos quais «Diálogo de Vultos», editado pelas Quasi em 2007.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste vídeo, &lt;b&gt;Fernando Ribeiro&lt;/b&gt; faz uma visita guiada ao &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Inferno&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;, o estúdio dos &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Moonspell&lt;/font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="325" height="249"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eIOM66t5phY&amp;hl=en&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/eIOM66t5phY&amp;hl=en&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" width="325" height="249"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-5450213800782536143?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/5450213800782536143/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=5450213800782536143' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5450213800782536143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5450213800782536143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/06/fernando-ribeiro.html' title='Fernando Ribeiro'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4392943464887561525</id><published>2008-06-02T12:21:00.000-07:00</published><updated>2008-06-02T12:22:03.794-07:00</updated><title type='text'>Mário Bruno Pastor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;PONTO DE FUGA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Mário Bruno Pastor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emília voltou a colocar os óculos, fitou de novo o relógio, apertou as mãos e levantou-se lentamente. O chefe de estação sorriu-lhe, mas ela, como sempre, desprezou-lhe a cumplicidade. No caminho de volta, agarrada à grande bolsa de renda, notou que as fraldas do vestido e as mangas do casaco de peles estavam rompidas e um pouco sujas. Por um lado tinha sido melhor ele não ter regressado hoje, teria que estar com outro aspecto para o receber, precisava de um vestido limpo e mais resplandecente. Levou as mãos à cabeça e firmou melhor o alfinete do chapéu. Ao fundo da rua, tenuamente iluminado pelo candeeiro eléctrico, um homem de sobretudo, acompanhado por uma rapariga, caminhava falador. Seria Gustav? Emília estremeceu, rebuscou a bolsa e retirou os óculos, aproximou-os dos olhos. Não, era apenas um homem e Gustav voltaria no verão. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html"&gt;26&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Mário Bruno Pastor&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu no Porto em 1976. Padece de bissextismo e custa-lhe a aceitar que existam calendários para os anos vindouros. A par disso tem publicado poesia em edições literárias colectivas.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4392943464887561525?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4392943464887561525/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4392943464887561525' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4392943464887561525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4392943464887561525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/06/mrio-bruno-pastor.html' title='Mário Bruno Pastor'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-6952343329476221966</id><published>2008-05-28T07:44:00.000-07:00</published><updated>2008-05-28T07:45:06.443-07:00</updated><title type='text'>Luísa Cardita</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;ENTÃO VOLTASTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Luísa Cardita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É.&lt;br /&gt;E então como foi, quero ouvir tudo primeiro.&lt;br /&gt;Como foi... Foi...&lt;br /&gt;Sabes como é. Está calor cá, frio e chuvas lá. Sempre. E vice-versa.&lt;br /&gt;Cheguei e cresci: Couch surfing. All alone pela primeira vez.&lt;br /&gt;A cidade apareceu cinzenta entre as nuvens. Mas isso já sabia. Prevenida. Tudo passou muito rápido. Num instante estava eu, com a mochilona, numa fila para apanhar um autocarro que me levasse até ao centro. Dois americanos, um casal, queriam saber onde se comprava os bilhetes, se era ao condutor ou onde era. Aqueles seguiam o protótipo, não falavam mais nenhuma língua. Lá expliquei que era por ali, naquelas máquinas. Como funcionam? Pronto, eu mostro-vos lá como funciona. Olhei para trás: lá vinha o autocarro, lá ia o autocarro. Mais 50 minutos à espera do próximo. E estava frio. Em Julho. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html"&gt;26&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Luísa Cardita&lt;/font color=#bf3400&gt; tem 22 anos e anda por aí a espreitar às janelas. É uma nulidade a dizer mentiras excepto quando escreve. Tem um gato preto, mas isso não quer dizer nada.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-6952343329476221966?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/6952343329476221966/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=6952343329476221966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/6952343329476221966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/6952343329476221966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/05/lusa-cardita.html' title='Luísa Cardita'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-5367083522339421719</id><published>2008-05-26T11:29:00.000-07:00</published><updated>2008-05-28T07:41:33.458-07:00</updated><title type='text'>Pedro Paixão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;MULHERES INSTÁVEIS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;por Pedro Paixão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a minha última noite na cidade. Combinei encontrar-me às sete e meia com um quase amigo no Nobu, um restaurante na moda. Cheguei à hora exacta. O meu quase amigo estava à porta. Disse: espero que não te importes mas vêm mais algumas pessoas, hás-de gostar de alguma delas. E sorriu. Eu não me importava nada. Sentaram-me num lugar. Havia barulho a mais. Vozes a falar umas sobre as outras de mistura com ruídos metálicos. Estava derreado. Uma semana de excessivo calor e oitenta e cinco por cento de humidade. Um trabalho de que nunca mais via o fim. A mesa era rectangular, comprida. Não conhecia ninguém a não ser o meu quase amigo que ficara à cabeceira. À minha frente uma mulher nitidamente mais velha do que a média dos restantes. Como eu. À minha esquerda uma outra mulher, que não podia olhar na cara, com um vestido lilás, talvez de seda, sem mangas. Para falar tem de se começar a falar. Em geral é pelo mesmo. Há uma urgência em saber o nome e a ocupação porque se tem pavor do indefinido. Como se se ficasse a saber alguma coisa. A senhora sentada à minha frente perguntou: o que faz com as horas e os dias? Disse: sou fotógrafo. Que tipo de fotografias? Disse: pornografia. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este conto continua na edição impressa do número &lt;a href="http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html"&gt;26&lt;/a&gt; da &lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Revista 365&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=#bf3400&gt;Pedro Paixão&lt;/font color=#bf3400&gt; nasceu em Lisboa, em 1956. É escritor. O seu livro mais recente chama-se &lt;font color=#bf3400&gt;Rosa Vermelha em Quarto Escuro&lt;/font color=#bf3400&gt; e foi publicado pela Bertrand.&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/paixo.jpg" alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-5367083522339421719?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/5367083522339421719/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=5367083522339421719' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5367083522339421719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/5367083522339421719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/05/pedro-paixo.html' title='Pedro Paixão'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-7023128339965845784</id><published>2008-05-19T07:48:00.000-07:00</published><updated>2008-05-19T07:52:13.228-07:00</updated><title type='text'>Queridos futuros colaboradores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estamos a fazer o número 27 da &lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;365&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt; e, como sempre, estamos abertos, com todo o prazer, ao envio de trabalhos dos nossos leitores. O tema desta vez é &lt;b&gt;Amores de Sofá&lt;/b&gt;. No caso de enviarem contos, o tamanho deverá rondar os 4000 caracteres e a data limite, para já, é &lt;b&gt;8 de Junho&lt;/b&gt;. O endereço de serviço é o &lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;365pontocom@gmail.com&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt;.Não prometemos publicar todos, como é óbvio, mas faremos a melhor selecção que soubermos. Obrigadinho.&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-7023128339965845784?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/7023128339965845784/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=7023128339965845784' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7023128339965845784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7023128339965845784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/05/queridos-futuros-colaboradores.html' title='Queridos futuros colaboradores'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-8222477136339371411</id><published>2008-05-11T07:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T11:55:24.877-07:00</updated><title type='text'>O número 26 acabou de sair!</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/365-Maiosmall.jpg" alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E pronto, demorou, mas foi: o número de Maio – o 26 – da &lt;a href="http://www.revista365.com/"&gt;Revista 365&lt;/a&gt; já está nas bancas. Colaborações de &lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;Ângela Berlinde, Augusto Justo, Elisabete Patrícia Andrade, Elmano Madail, Fernando Ribeiro, Inês D’Orey, Jorge Palma, John Almeida, José Garcez, Luísa Cardita, Mário Bruno Pastor, Nelson Cruz, Nuno Gervásio, Nuno Maçarico, Pedro Paixão, Pedro Santo, Pedro Soenen, Ricardo Bonacho, Ricardo Pereira, Rui Lage e Z.&lt;/font color=#bf3400&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-8222477136339371411?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/8222477136339371411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=8222477136339371411' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8222477136339371411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/8222477136339371411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/05/o-nmero-26-acabou-de-sair.html' title='O número 26 acabou de sair!'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-4974728746842295335</id><published>2008-02-15T11:01:00.000-08:00</published><updated>2008-05-11T07:38:55.584-07:00</updated><title type='text'>A próxima 365</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O número de Primavera da &lt;font color=#bf3400&gt;&lt;b&gt;365&lt;/b&gt;&lt;/font color=#bf3400&gt; – o 26 – está mesmo mesmo quase a sair. Porém, começámos já a trabalhar no número 27: o tema é &lt;b&gt;Amores de Sofá&lt;/b&gt; e quem nos quiser propor um conto terá até 8 de Junho para o fazer. O tamanho do dito cujo deverá rondar os quatro mil caracteres, mas não fazemos birra se for mais ou se for menos. O endereço electrónico de serviço é o que está na coluna da direita. Sim, esse. Por favor, juntem ao envio uma mini-biografia vossa. Muito obrigado.&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-4974728746842295335?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/4974728746842295335/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=4974728746842295335' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4974728746842295335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/4974728746842295335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/02/prxima-365.html' title='A próxima 365'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2974799497819661145.post-7156802929088108939</id><published>2008-02-15T09:55:00.000-08:00</published><updated>2008-02-15T10:16:56.850-08:00</updated><title type='text'>O número 25</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i68.photobucket.com/albums/i36/aslaranjas/Capa365julhoborder.jpg" alt=""&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trabalhos de Ângela Berlinde, António Gregório, Augusto Justo, Daryl Furr, Délio Nunes, Desdetasmania, Elisabete Patrícia Andrade, Jay Glown, Kristamas Klousch, Liliana Figueira, Margarida Girão, Marta Poiares, Miguel Carvalho, Nuno Gervásio, Pedro Santo, Pedro Tenreiro, Sara Martins, Sara Peres, Tiago Páscoa e Vítor Quintã. E uma entrevista aos fabulosos Juan Santos Y el Combo Electronico.&lt;/div align="justify"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2974799497819661145-7156802929088108939?l=365revista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://365revista.blogspot.com/feeds/7156802929088108939/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2974799497819661145&amp;postID=7156802929088108939' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7156802929088108939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2974799497819661145/posts/default/7156802929088108939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://365revista.blogspot.com/2008/02/o-nmero-25.html' title='O número 25'/><author><name>A Gerência</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02674809138211831869</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
